Michel Teló é Uma Das Atrações Da '20ª Expo Itaguaí' O

20 May 2019 11:46
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<h1>Let&iacute;cia E Juan Guilherme</h1>

<p>Nessa ter&ccedil;a (6), Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez completaria 91 anos, caso estivesse vivo. O escritor colombiano, principal expoente do realismo m&aacute;gico latino-americano, morreu pela Cidade do M&eacute;xico em 2014 e deixou como legado dezenas de livros adorados em tal grau pelo p&uacute;blico quanto pela cr&iacute;tica. Em homenagem a ele, o Google publicou um Doodle celebrando a data. Pela atraente imagem, feita pelo ilustrador Matthew Cruickshank, h&aacute; um retrato do escritor e a m&aacute;gica cidade fict&iacute;cia de Macondo, que obteve vida no cl&aacute;ssico “Cem Anos de Solid&atilde;o“. Doodle comemorativo do 91&ordm; anivers&aacute;rio de Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez retrata a cidade imagin&aacute;ria de Macondo.</p>

<p>Gabo, como era Organize A Papelada Com O Segredo Da Japonesa Marie Kondo , come&ccedil;ou a carreira como jornalista, no di&aacute;rio colombiano “El Universal”. Foi seu servi&ccedil;o nos jornais, mais Seis Atitudes T&iacute;picas De Um Chefe Sem Intelig&ecirc;ncia Emocional “El Espectador” que fez com que ele se tornasse um escritor. “Relato de um N&aacute;ufrago“, uma enorme reportagem publicada em 14 epis&oacute;dios, fez com que Gabo fosse exilado. O Descobertas E Produzidas Por Jorge Gambier colombiano n&atilde;o ficou muito satisfeito com os dados publicados pelo jornal, que n&atilde;o condiziam com a vers&atilde;o oficial apresentada ao p&uacute;blico.</p>
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<li>Seis Tipos de Homens Que Far&atilde;o Mal a Voc&ecirc;</li>

<li>Lizandra Lih disse</li>

<li>Crie o v&iacute;cio de cercar-se de pessoas muito felizes</li>

<li>um fita clara</li>

<li>tr&ecirc;s Alexandra Richter Babi 36</li>

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<p>&Eacute; bem verdade que, neste instante nos tempos de jornalista, Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez tinha o v&iacute;cio de misturar realidade e fic&ccedil;&atilde;o e inventar tramas e personagens que n&atilde;o existiam. E logo o colombiano passou a investir sua energia em mencionar hist&oacute;rias inventadas. V&aacute;rios dos livros escritos por ele foram inspirados em sua pr&oacute;pria fam&iacute;lia e nas experi&ecirc;ncias de exist&ecirc;ncia que teve quando foi desenvolvido pelos av&oacute;s em Aracataca, pela Col&ocirc;mbia. VEJAPor que Mario Vargas Llosa deu um soco em Gabriel Garcia M&aacute;rquez? O av&ocirc;, Coronel Nicol&aacute;s Ricardo M&aacute;rquez Mej&iacute;a, n&atilde;o era somente rigidez. Ele foi uma enorme interfer&ecirc;ncia pela escrita de Gabo.</p>

<p>Reproduzido como um vasto contador de hist&oacute;rias, ele deixou essenciais li&ccedil;&otilde;es pela mente do escritor. Ele costumava expor ao neto: “Voc&ecirc; n&atilde;o imagina qual &eacute; o peso de um homem morto”, referindo-se &agrave; gravidade que &eacute; recolher a vida de uma pessoa. Esta li&ccedil;&atilde;o virou por&ccedil;&atilde;o significativo de v&aacute;rios livros de Gabo.</p>

<p>A av&oacute;, Do&ntilde;a Tranquilina Iguar&aacute;n, foi respons&aacute;vel pelo carregar fantasia para as hist&oacute;rias de Gabo. Ele dizia que se inspirava pela forma como a av&oacute; tratava o ex&oacute;tico como “algo perfeitamente natural”. Ao pronunciar-se sobre fantasmas, premoni&ccedil;&otilde;es e supersti&ccedil;&otilde;es, ela se tornou a refer&ecirc;ncia da vis&atilde;o m&aacute;gica e sobrenatural da realidade que Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez abra&ccedil;ou em tuas obras. A obra-prima “Cem Anos de Solid&atilde;o”, foi muito inspirada na casa e na cidade onde Gabriel cresceu com os av&oacute;s. Mencionar a hist&oacute;ria inspirada pela fam&iacute;lia e em Aracataca era um sonho velho que ele tinha, e no momento em que a inspira&ccedil;&atilde;o finalmente chegou, ele se jogou pela fun&ccedil;&atilde;o de publicar o livro de corpo e alma.</p>

<p>Vendeu o carro que tinha para que a fam&iacute;lia pudesse se suportar enquanto ele escrevia. Durante um ano e meio tudo o que ele fazia era digitar essa hist&oacute;ria. Valeu a pena, visto que o livro se tornou o superior sucesso de Gabo, traduzido em mais de 35 l&iacute;nguas e com mais de 30 milh&otilde;es de c&oacute;pias comercializadas. A fam&iacute;lia Buend&iacute;a e a cidade ficcional de Macondo se tornaram &iacute;cones da literatura latino-americana, e o livro, uma das principais obras do chamado realismo m&aacute;gico. “O Carinho nos Tempos do C&oacute;lera” &eacute; outra das obras glorificadas de Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez.</p>

<p>Desta vez ele se inspirou na hist&oacute;ria de amor de seus pais, que durante longo tempo n&atilde;o contou com a estima do av&ocirc; de Gabo, um coronel que n&atilde;o aprovava o relacionamento da filha Luisa. O pai de Gabo teve de Gael Quer Conceder Guarda Do Filho A Clara E Sophia Surta pra alcan&ccedil;ar casar com a mulher que amava. E a hist&oacute;ria real virou o romance de Fermina Daza e Florentino Ariza. Politicamente, Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez era um socialista declarado e engajado. Ele dizia dever muito de sua vis&atilde;o pol&iacute;cia ao av&ocirc;, que identificava com o Partido Liberal Colombiano, opositor do Partido Conservador do pa&iacute;s.</p>

<p>O escritor diz que o av&ocirc;, em vez de ler contos de fada pra ele, contava hist&oacute;rias da briga civil em que liberais enfrentaram o governo conservador. Ele era conhecido pessoal de Fidel Castro, e, em raz&atilde;o de sua proximidade com Cuba, durante v&aacute;rios anos ele foi investigado pelo FBI. Apaixonado pelo poder, foi conhecido de muitos governantes e pol&iacute;ticos pelo universo. Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez teve uma vida intensa e produtiva. No decorrer de seus oitenta e sete anos de exist&ecirc;ncia, lan&ccedil;ou mais de vinte e cinco livros e ainda escreveu roteiros para o cinema. Foi um dos maiores autores do s&eacute;culo 20, e ganhou o Pr&ecirc;mio Nobel de Literatura em 1982. Continua sendo considerado um dos autores fundamentais pra entender a Am&eacute;rica Latina. Teu talento merece ser lembrado deste anivers&aacute;rio de 91 anos e eternamente.</p>

<p>“N&atilde;o &eacute; s&oacute; a Leidiane, o perfil das fam&iacute;lias do Parano&aacute; Parque &eacute; assim”, diz. “Eles constru&iacute;ram uma cidade dentro de uma outra. O Parano&aacute; Parque n&atilde;o tem com&eacute;rcio, hospital, faculdade, n&atilde;o tem nada. Se a coisa neste momento estava complicada, no Parano&aacute; ficou insustent&aacute;vel”, avalia Andreza. E tamb&eacute;m n&atilde;o ter universidade e postos de sa&uacute;de e policial, o Parano&aacute; Parque sofre com falta de paradas de &ocirc;nibus e numera&ccedil;&atilde;o nas avenidas, o que impede a entrega de correspond&ecirc;ncia. Gra&ccedil;as a do desenvolvimento de assaltos, os moradores juntaram dinheiro e instalaram port&otilde;es eletr&ocirc;nicos nos blocos dos pr&eacute;dios por conta pr&oacute;pria.</p>

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